Rob Bell – “As três definições Hebraicas para a palavra amor”


“As três definições Hebraicas para a palavra amor”

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ÁGUA ou COCA-COLA ?


ÁGUA ou COCA-COLA ?

Este excelente texto, de autoria do Dr. Renato de Medeiros Silva,  tem intuito informativo e não representa nenhuma campanha contra a marca de refrigerante.

ÁGUA
75% dos americanos (do Norte, Central e Sul) são cronicamente desidratados (provavelmente isso se aplica à metade da população mundial).
Em 37% dos americanos, o sentimento de sede é tão fraco que é frequentemente confundido com fome.
Mesmo uma desidratação média diminui o metabolismo de uma pessoa em 3%.

Um copo de água corta a sensação de fome durante a noite para quase 100% das pessoas em regime. É o que mostra um estudo na Universidade de Washington.
Falta de água é o factor nº 1 da causa de fadiga durante o dia.

Estudos preliminares indicam que de 8 a 10 copos de água por dia poderia aliviar significativamente as dores nas costas e nas juntas em 80% das pessoas que sofrem desses males.

Uma mera redução de 2% da água no corpo humano pode provocar incoerência na memória de curto prazo, problemas com matemática e dificuldade em focalizar uma tela de computador ou uma página impressa.

Beber 5 copos de água por dia diminui o risco de câncer no cólon em 45%, pode diminuir o risco de câncer de mama em 79% e em 50% a probabilidade de se desenvolver câncer na bexiga. Você está tomando a quantidade de água que você deveria todos os dias?

COCA-COLA

Em muitos estados nos EUA os patrulheiros rodoviários carregam dois galões de Coca-cola no porta – malas para ser usado na remoção de sangue da pista depois de um acidente.

Se você puser um osso em uma tigela com Coca-cola ele  dissolver-se-à em dois dias.

Para limpar sanitas ( wc, privadas, toillete) : despeje uma lata de Coca- cola dentro do vaso e deixe  por uma hora e então dê a descarga. O ácido cítrico na Coca-cola remove manchas na louça do vaso.

Para remover pontos de ferrugem dos pára-choques cromados de automóveis:  esfregue o pára- choque com um chumaço de papel de alumínio (usado para embrulhar alimentos) molhado com coca- cola.
Para limpar corrosão dos terminais de baterias de automóveis: despeje uma lata de Coca-cola sobre os terminais e deixe efervescer sobre a corrosão.

Para soltar um parafuso emperrado por corrosão: aplique um pano encharcado com Coca-cola sobre o parafuso enferrujado por vários minutos.

Para remover manchas de graxa das roupas: despeje uma lata de Coca-cola dentro do tanque com as roupas com graxa, adicione detergente e bata em ritmo regular. A Coca-cola ajudará a remover as manchas de graxa.

A Coca-cola também ajuda a limpar o embasamento do pára-brisa do seu carro.

Para transportar o xarope de Coca- cola, os camiões comerciais devem ser identificados com a placa de Material Perigoso que é reservado para o transporte de materiais altamente corrosivos.

Os distribuidores de Coca-cola têm usado a coca para limpar os motores dos seus camiões há pelo menos 20 anos.

Para a sua informação:
O ingrediente activo na Coca- cola é o ácido fosfórico.
O seu PH é 2.8. Ele dissolve uma unha em cerca de 4 dias.

O ácido fosfórico também rouba cálcio dos ossos e é o maior contribuidor para o aumento da osteoporose.

Há alguns anos, fizeram uma pesquisa na Alemanha para detectar o porquê do aparecimento de  osteoporose em crianças a partir de 10 anos (pré-adolescentes).
Resultado: Excesso de Coca-cola, por falta de orientação dos pais.

Mais um detalhe: A Coca Light tem sido considerada cada vez mais pelos médicos e pesquisadores como uma bomba de efeito retardado, por causa da cominação Coca + Aspartame, suspeito de causar lúpus e doenças degenerativas do sistema nervoso.
A pergunta é: “Você gostaria de um copo de água ou um copo de Coca-Cola?”

 

Dr. Renato de Medeiros Silva
Ortopedia/ Medicina Natural

“Beber Refrigerante”


O QUE ACONTECE QUANDO VOCÊ ACABA DE BEBER REFRIGERANTE

Prof. Dr. Carlos Alexandre Fett -Faculdade de Educação Física da UFMT – Mestrado da Nutrição da UFMT – Labor. de Aptidão Física e Metabolismo – Consultoria em Performance Humana e Estética

EIS AQUI O QUE ACONTECE, QUANDO VOCÊ ACABA DE BEBER UMA LATA DE REFRIGERANTE COLA:

Primeiros 10 minutos: 10 colheres de chá de açúcar batem no seu corpo, 100% do recomendado diariamente. Você não vomita imediatamente pelo doce extremo, porque o ácido fosfórico corta o gosto.

20 minutos: O nível de açúcar em seu sangue estoura, forçando um jorro de insulina. O fígado responde transformando todo o açúcar que recebe em gordura (É muito para este momento em particular)..

40 minutos: A absorção de cafeína está completa. Suas pupilas dilatam, a pressão sanguínea sobe, o fígado responde bombeando mais açúcar na corrente.Os receptores de adenosina no cérebro são bloqueados para evitar tonteiras.  

45 minutos: O corpo aumenta a produção de dopamina, estimulando os centros de prazer do corpo. (Fisicamente, funciona como  a heroína.)

50 minutos: O ácido fosfórico empurra cálcio, magnésio e zinco para o intestino grosso, aumentando o metabolismo. As altas doses de açúcar e outros adoçantes aumentam a excreção de cálcio na urina.

60 minutos: As propriedades diuréticas da cafeína entram em ação. Você urina. Agora é garantido que porá para fora cálcio, magnésio  e zinco, os quais seus ossos precisariam. Conforme a onda abaixa você sofrerá um choque de açúcar. Ficará irritadiço. Você já terá posto para fora tudo que estava no refrigerante, mas não sem antes ter posto para fora, junto, coisas das quais farão falta ao seu organismo.*    *Pense nisso antes de beber refrigerante. Se não puder evitá-los, modere sua ingestão a meio copo!

Prefira sucos naturais, sem açúcar ou a famosa água. Seu corpo agradece!

“Potencial Desperdiçado”


Adolescência: Potencial Desperdiçado


Tendo sido abençoada com o aumento da expectativa de vida, sem dúvida alguma nossa geração terá de prestar contas a Deus desse tempo excedente conforme nos ensina a parábola dos talentos. Podemos comparar esse prolongamento da vida ao es ticamento de um elástico que, preso numa extremidade, distende-se por inteiro e não somente na extremidade que está sendo puxada. O envelhecimento demora mais para surgir e, por isso, é a parte que mais se destaca no prolongamento da vida. No entanto, as demais fases da vida sofrem igual dilatação.

Como consequência, os jovens iniciam a vida profissional mais tarde, após a conclusão da formação universitária, e isso, por sua vez, provoca o adiamento do matrimônio e da geração de filhos. O ingresso tardio no mercado de trabalho implica também uma saída com idade mais avançada do que acontecia na geração anterior. Finalmente, temos a terceira idade, até recentemente tão desconhecida quanto a adolescência, mas agora igualmente explorada pelo mundo comercial.

Em todo esse processo de prolongamento da vida, há um fenômeno interessante que envolve a adolescência. Além do adiamento do pleno ingresso na fase adulta, que pode ser considerada a origem da adolescência, devemos observar também, no outro extremo, o precoce encerramento da infância devido à intensa exposição das crianças ao mundo adulto. Assim, a adolescência engloba a fase que antes estava oculta entre a infância e a juventude propriamente dita, como o recheio de um san duíche.

 

Grande potencial para o bem e para o mal

A pergunta diante de nós, portanto, é a seguinte: se Deus nos concedeu mais anos de vida, o que devemos fazer com eles? Como nosso assunto é adolescência, focaremos nesse período etário.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a fase da adolescência abrange a idade entre 10 e 19 anos; já o Estatuto da Criança e do Adolescente no Brasil define-a como o período entre 12 e 19 anos, o que representa em torno de 22% da nossa população.

É fato comprovado que e sse período é o mais favorável às conversões, tanto pela quantidade quanto pela maior consistência e durabilidade. O adolescente está carregado de sonhos e ideais, buscando onde possa ancorá-los com intensidade e paixão. Quem aceita a mensagem de Jesus durante os anos de adolescência encontra uma causa que pode dar sentido e realidade aos sonhos. Como os pais exercem uma função de moderadores, na maioria dos casos tentam impedir atitudes e decisões mais extremistas ou radicais dos filhos, incentivando-os a serem simplesmente bons cidadãos. Isso, contudo, pode provocar um sério esfriamento em sua fé e idealismo.

Passividade não combina com adolescentes, cheios de energia e potencial, mas ainda sem rumo certo. Ao invés de reprimir ou conter essa en ergia, é preciso ter muita sabedoria para canalizá-la ao propósito de Deus. Ao se oporem à paixão de um filho adolescente, por exemplo, os pais poderão ter problemas sérios. Com muita facilidade, o adolescente, que já está impulsionado pelo sentimento de amor, torna-se duplamente motivado pelo desafio de superar o obstáculo representado pela oposição dos pais.

Se observarmos os discípulos de Jesus, o mais jovem deles (João) se destaca por estar presente em todos os momentos mais críticos. Acompanhou Jesus até o último momento de sua vida, presenciando toda sua agonia, e foi o primeiro a chegar ao túmulo vazio após a ressurreição. Seu evangelho narra coisas singulares, de modo bem peculiar, das quais só ele, aparentemente, foi capaz de se apropriar. Viveu o suficiente para ter um extraordinário reencontro com o Senhor e de registrá-lo no livro do Apocalipse. E quando conheceu Jesus, era apenas um adolescente.

 

O que estamos perdendo?

Com o aumento da expectativa de vida, o período da adolescência – que antes estava escondido feito recheio de sanduíche entre a infância e a fase adulta – agora pode ser observado e valorizado de maneira bem distinta. Contudo, receio que estejamos desprezando o potencial para Deus que a maior longevidade nos proporciona. Enquanto os muçulmanos estão transformando seus adolescentes em radicais guerrilheiros de Alá, nós, cristãos, estamos perdendo a oportunidade de incendiar os nossos com o amor de Jesus. Por um lado, permanecemos inertes e omissos enquanto eles continuam seu curso de vida, apenas torcendo para que logo passe essa fase de rebeldia e inconformidade; por outro, tentamos apagar seu fogo, mesmo que seja pelo Senhor.

Infelizmente, parece que não estamos à altura de usufruir desse presente que o Senhor nos deu. Se os adolescentes de Alá fazem o que fazem, usando o ódio como o combustível de seus ideais, imaginem o que poderiam fazer os adolescentes de Cristo se fossem movidos por amor para implementar os ideais do Reino. Talvez, a saída não seja exatamente domesticar os adolescentes, mas canalizar a Cristo toda a sua intensidade.

 

Sem visão, o que podemos oferecer?

Penso que a grande dificuldade em tratar com os adolescentes é porque não temos uma visão de futuro e um projeto concreto para oferecer-lhes. No final da década de 60, começou a surgir uma filosofia que pregava o prazer imediato: viver e desfrutar ao máximo do presente já que o futuro é uma absoluta incerteza. Em outras palavras, uma vida inconsequente. Era um existencialismo pessimista trazido por Jean Paul Sartre, Herbert Marcuse e outros que queriam contestar as tradições e o passado, mas nada ofereciam quanto ao futuro. Numa suposta mensagem libertária, incentivavam o uso da pílula anticoncepcional recém-inventada, dando força para o florescimento do feminismo. O slogan paz e amor tentava contrapor-se à guerra fria entre capitalismo e socialismo comandada pelas potencias do pós-guerra que se achavam no direito de invadir outras nações e tratá-las como se fossem seu próprio quintal.

Hoje, olhando para tudo isso, parece que foi uma guerra sem vencedores, na qual a maior vítima foi a esperança. O legado foi resumir a vida em trabalhar apenas para atender a própria sobrevivência ou manter o status alcançado. Enquanto isso, assistimos, passivos e assombrados, à expansão do islamismo que aposta cada vez mais na coragem de seus adolescentes, forjada nos campos de refugiados, onde são treinados para aterrorizar o mundo, especialmente os países mais poderosos. Pode soar como ironia, mas parece que o único contraponto de fé para tudo isso, além de Israel, está a cargo do criticado cristianismo em muitas nações chamadas de terceiro mundo.

Uma geração esvaziada de visão de futuro nada tem a oferecer aos filhos nesse sentido. Mas nós, cristãos, não deveríamos conformar-nos com este mundo, pois o que temos a oferecer aos nossos filhos supera em muito o próprio islamismo. Erramos por não conhecermos o propósito de Deus. Ou, quando o conhecemos, não cremos o suficiente para gerar confiança neles. Talvez por antever essa situação, Jesus deixou a seguinte pergunta: “Quando vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?

Precisamos possuir uma visão do Reino de Deus que nos dê não apenas um motivo para viver, mas em favor da qual creiamos que vale a pena morrer. Só então teremos o que oferecer a nossos filhos para livrá-los da prisão do presente século que insiste em moldá-los para serem apenas bons cidadãos, enquanto eles, incompatíveis com a domesticação que queremos lhes impor, respondem com rebeldia, drogas e sexo. Como pais, devemos converter nosso coração a fim de que tenhamos condições de oferecer-lhes algo que supere até mesmo sua própria intensidade: um futuro maior que o sonho, um ideal mais nobre que o imaginado e um amor imenso, impossível de ser mensurado ou esgotado, e que, mesmo assim, é a mais absoluta realidade.

Resumindo: só quem tiver uma visão apaixonada do Reino de Deus terá condições de oferecer algo à altura da adolescência atual.

Senhor, obrigado pelos anos a mais que nos deste. Dá-nos sabedoria para contarmos os nossos dias, a fim de que não sejam desperdiçados.

por Pedro Arruda
Revista Impácto

“Discipulando os Filhos desde Pequenos”


Discipulando os Filhos desde Pequenos


As Escrituras nos mostram as chaves para discipularmos nossos filhos de tal forma que não sofram os mesmo efeitos que a fase da adolescência causa na sociedade em geral.

Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho não se desviará dele (Pv 22.6).

Nesse texto, Deus manda ensinar a criança no caminho. Para mim, isso significa ensinar andando no caminho. Não adianta estar fora do caminho e tentar ensinar o filho a andar nele. É preciso estar andando junto, repartindo a vida e não apenas transmitindo palavras.

Temos aqui também uma grande promessa: se lançarmos fundamentos adequados quando a criança é pequena, ela não sairá do caminho quando estiver andando por conta própria. Por piores que a influência e a pressão do mundo forem, o poder da nova criação por meio da Palavra é maior, e guardará de todo perigo e tendência errada.

Outro texto importante está em Deuteronômio 6.4-9.

4. Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor.

5. Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de toda a tua força.

6. Estas palavras que hoje te ordeno, estarão no teu coração;

“…estarão no teu coração” – o pai precisa viver o que vai ensinar. Note que não é somente saber falar, mas ter no coração. Jesus disse que suas palavras eram espírito e vida (Jo 6.63). Isso significa que ele transmitia três coisas para as pessoas: as palavras que saíam de sua boca, o espírito dele e a vida que vivia. Por mais que tentemos ensinar o que não vivemos, não é possível. Nossos filhos só aprenderão a viver se lhes transmitirmos nosso espírito e vida, além de nossas palavras. Amar a Deus sobre todas as coisas é uma ordem que determina nosso estilo e os objetivos de vida. Se formos assim, o Espírito terá o ambiente de que precisa para tornar nossos filhos assim também.

7. tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te e ao levantar-te.

“Inculcar” (perfurar, aguçar, ensinar incisivamente) – significa colocar na mente, ensinar até ver o ensino transformar a mentalidade e o comportamento do filho.

“Assentado em tua casa” – ensino sistemático, com a Bíblia na mão, com simplicidade e profundidade, com tema e objetivos definidos.

“Andando pelo caminho” – ensino informal, aproveitando as situações do dia a dia, aproveitando o que os filhos falam, o que ouvem, o que contam; aproveitando os momentos de diversão, de comer junto, de viagem, etc.

“Ao deitar-te e ao levantar-te” – ensino constante, sem parar, sem tensão, mas com diligência. Não podemos desistir de nossos filhos. Desistir de ensinar é desistir deles. O mesmo Deus que nos deu filhos oferece-nos todos os recursos para sermos pais. Devemos buscar ao Senhor em sua Palavra e na comunhão com a igreja a fim de conhecer e usufruir esses recursos eternos e espirituais.

8. Também as atarás como sinal na tua mão e te serão por frontal entre os teus olhos.

9. E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas.

A palavra de Deus atinge e molda toda a nossa vida.

“Sinal na tua mão” – a Palavra está nas obras dos pais. Os filhos precisam ver os pais fazendo o que ensinam.

“Frontal entre os olhos” – a Palavra está na visão, na direção dos pais. Os pais são aqueles que ouvem de Deus sobre a família e a conduzem na direção que o Senhor mostra.

“Nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas” – a Palavra está na identidade da casa, da família, no que a família representa para as pessoas. A família deve ser apegada ao Senhor de tal forma que quem a conhece identifica a graça de Deus nela.

Em resumo, filhos que são alicerçados dessa forma e que conhecem a Jesus como Senhor não precisam passar pela fase de adolescência tal qual a vemos hoje no mundo. Amarão a Jesus e por ele serão satisfeitos. Aprenderão a preparar-se adequadamente para a fase adulta, com responsabilidade e submissão à vontade do Senhor.

por Tony Felicio
Revista Impacto